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sábado, 25 de janeiro de 2014
domingo, 23 de dezembro de 2012
Chás e a Gravidez
Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebé; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.
Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.
Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebé, mas raramente provocam o aborto. Por isso, são um risco para a gestante.
O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar à morte da mãe.
Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebé.
De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.
Chás que podem ser utilizados na gravidez
Chá de erva doce;
Chá de erva cidreira;
Chá de alfazema.
Chás que não devem ser utilizados na gravidez
Chá mate;
Chá de cravo-da-índia;
Chá de canela;
Chá preto;
Chá branco;
Chá verde.
Fonte: Chás e a Gravidez | Planeamento Familiar
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Carta dos Direitos Sexuais e Reprodutivos
Nem todas as pessoas sabem, mas existe uma Carta de Direitos Sexuais e Reprodutivos que tem como objectivo a promoção e protecção dos direitos e liberdades sexuais e reprodutivas em todos os sistemas políticos, económicos e culturais. Essa carta, da autoria da IPPF – Federação Internacional para o Planeamento da Família – contempla o seguinte:
1 – DIREITO À VIDA
Nenhuma mulher deve ter a vida em risco por razões de gravidez.
Nenhuma pessoa deve ter a vida em risco por falta de acesso aos serviços de saúde e/ou informação, aconselhamento ou serviços relacionados com a saúde sexual e reprodutiva.
2 – DIREITO À LIBERDADE E SEGURANÇA DA PESSOA
Todas as pessoas têm o direito de poder desfrutar e controlar a sua vida sexual e reprodutiva, no respeito pelos direitos dos outros.
Todas as pessoas têm o direito de não estarem sujeitas a assédio sexual.
Todas as pessoas têm o direito de estar livres do medo, vergonha, culpa, falsas crenças ou mitos e outros factores psicológicos que inibam ou prejudiquem o seu relacionamento sexual ou resposta sexual.
3 – O DIREITO À IGUALDADE E O DIREITO A ESTAR LIVRE DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO
Ninguém deve ser discriminado, no âmbito da sua vida sexual e reprodutiva, no acesso aos cuidados e/ou serviços.
Todas as pessoas têm o direito à igualdade no acesso à educação e informação de forma a preservar a sua saúde e bem-estar, incluindo o acesso à informação, aconselhamento e serviços relativos à sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos.
Nenhuma pessoa deve ser discriminada no seu acesso à informação, cuidados de saúde, ou serviços relacionados com as suas necessidades de saúde e direitos sexuais e reprodutivos ao longo da sua vida, por razões de idade, orientação sexual, “deficiência” física ou mental.
4 – O DIREITO À PRIVACIDADE
Todos os serviços de saúde sexual e reprodutivos, incluindo a informação e o aconselhamento, deverão ser prestados com privacidade e a garantia de que as informações pessoais permanecerão confidenciais.
Todas as mulheres têm o direito de efectuar escolhas autónomas em matéria de reprodução, incluindo as opções relacionadas com o aborto seguro.
Todas as pessoas têm o direito de exprimir a sua orientação sexual a fim de poder desfrutar de uma vida sexual segura e satisfatória, respeitando contudo o bem-estar e os direitos dos outros, sem receio de perseguição, perda da liberdade ou interferência de ordem social.
Todos os serviços de cuidados em saúde sexual e reprodutiva incluindo os serviços de informação e aconselhamento devem estar disponíveis para todas as pessoas e casais, em particular os mais jovens, numa base de respeito aos seus direitos de privacidade e confidencialidade.
5 – O DIREITO À LIBERDADE DE PENSAMENTO
Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento e de expressão relativa à sua vida sexual e reprodutiva.
Todas as pessoas têm o direito à protecção contra quaisquer restrições por motivos de pensamento, consciência e religião, no seu acesso à educação e informação relativas à sua saúde sexual e reprodutiva.
Os profissionais de saúde têm o direito de invocar objecção de consciência na prestação de serviços de contracepção e aborto e o dever de encaminhar os utentes para outros profissionais de saúde dispostos a prestar o serviço solicitado de imediato. Este direito não é contemplado em casos de emergência, quando esteja em risco a vida de uma pessoa.
Todas as pessoas têm o direito de estar livres de interpretações restritas de textos religiosos, crenças, filosofias ou costumes, como forma de delimitar a liberdade de pensamento em matérias de cuidados de saúde sexual e reprodutivos.
6 – O DIREITO À INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO
Todas as pessoas têm o direito de receber uma educação e informação suficientes de forma a assegurar que quaisquer decisões que tomem, relacionadas com a sua vida sexual e reprodutiva, sejam exercidas com o seu consentimento pleno, livre e informado.
Todas as pessoas têm o direito de receber informações completas quanto às vantagens, eficácia e riscos associados a todos os métodos de regulação e fertilidade e de prevenção.
7 – O DIREITO DE ESCOLHER CASAR OU NÃO E DE CONSTITUIR E PLANEAR FAMÍLIA
Todas as pessoas têm o direito de acesso aos cuidados de saúde reprodutiva, incluindo casos de infertilidade, ou quando a fertilidade esteja comprometida devido a doenças transmitidas sexualmente.
8 – O DIREITO DE DECIDIR TER OU NÃO FILHOS E QUANDO OS TER
Todas as pessoas têm o direito ao acesso à gama mais ampla possível de métodos seguros, eficazes e aceitáveis de contracepção.
Todas as pessoas têm o direito à liberdade de escolher e utilizar um método de protecção contra a gravidez não desejada, que seja seguro e aceitável.
9 – O DIREITO AOS CUIDADOS
Todas as pessoas têm o direito a usufruir de cuidados de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o direito:
Informação dobre os benefícios e riscos dos métodos contraceptivos
Acesso à maior variedade possível de serviços
Opção para decidir utilizar ou não serviços e para escolher o método contraceptivo a usar
Segurança relativa aos métodos e serviços ao seu dispor
Privacidade na informação e serviços prestados
Confidencialidade relativa a informações pessoais
Dignidade no acesso e na prestação dos cuidados em saúde sexual e reprodutiva
Confiança e comodidade relativa à qualidade dos serviços oferecidos
Continuidade que garanta a disponibilidade futura dos serviços
Opinião sobre o serviço oferecido
10 – O DIREITO AOS BENEFÍCIOS DO PROGRESSO CIENTÍFICO
Todas as pessoas utentes dos serviços de saúde sexual e reprodutiva têm o direito ao acesso a todas as novas tecnologias reprodutivas seguras e reconhecidas.
11 – O DIREITO À LIBERDADE DE REUNIÃO E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
Todas as pessoas têm o direito de influenciar os governos para que a saúde e os direitos em matéria de sexualidade e reprodução sejam uma prioridade dos mesmos.
12 – O DIREITO A NÃO SER SUBMETIDO NEM A TORTURA, NEM A TRATAMENTO DESUMANO OU DEGRADANTE
Todas as crianças têm o direito a protecção contra todas as formas de exploração e, especialmente, da exploração sexual, da prostituição infantil e todas as formas de abuso, violência e assédio sexuais.
Fonte: Carta dos Direitos Sexuais e Reprodutivos | Planeamento Familiar
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A Sexualidade nos Adolescentes
O instinto sexual é algo que, desde os insectos ao ser humano, aparece de uma maneira extremamente forte, levando a certos comportamentos e gastando energias que só se justificam biologicamente porque tornam possível algo fundamental à vida: a propagação da espécie.
Mas, se nas espécies inferiores como os insectos, répteis ou peixes, esse instinto se inicia e acaba com o acto sexual em si, à medida que se caminha para as espécies superiores, começa a ver-se que muitas vezes o instinto também serve para criar laços ou relações mais ou menos fortes entre os parceiros sexuais. Normalmente, o objectivo é que ambos os progenitores ajudem na criação dos filhos, que é tanto mais complexa, demorada e exigente de cuidados quanto mais evoluída é a espécie.
Hoje em dia, sobretudo graças às técnicas de contracepção e também de concepção ou reprodução assistida, altamente eficazes aparecidas nos últimos 50 anos, sexo e reprodução já não andam necessariamente juntos. Convém ter presente as ideias acima expostas para podermos compreender melhor a nossa sexualidade.
Frequentemente ela é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer um impulso fisiológico, ou seja, do nosso corpo.
Este impulso pode ser satisfeito, por exemplo, através da masturbação ou através de um(a) parceiro(a) casual ou pago(a) para o efeito. Mas na maioria das vezes esse “sexo pelo sexo” não é de modo algum completamente satisfatório em termos psicológicos e afectivos, ou seja, dos nossos sentimentos. Isso acontece porque, como somos seres humanos, para realizarmos ou vivermos completamente a nossa sexualidade, existe sempre a necessidade de criarmos laços ou relações afectivas e de cumplicidade com a pessoa que escolhemos como companheiro(a).
O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que buscam o prazer mútuo e uma vida em comum.
Fonte: A Sexualidade nos Adolescentes | Planeamento Familiar
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade
Um dos medicamentos mais conhecidos e receitados em todo o mundo, a pílula contraceptiva faz parte do dia-a-dia de mais 100 milhões de mulheres. No entanto, desde o seu lançamento em 1960 que a pílula tem estado envolta em dúvidas e certezas, mitos e factos. Será que o mais conhecido ainda continua a ser o mais temido? Procure as respostas para as suas dúvidas.
1. O mito:As pílulas são todas iguais.
A verdade: Existe uma enorme variedade de pílulas contraceptivas no mercado e nem todas são iguais. As mais comuns são as pílulas que contêm estrogénio e progestina, no entanto, existe outro tipo de pílula que apenas contém progestina. As diferentes marcas dos contraceptivos orais podem conter doses diferentes destas hormonas ou então libertar doses diferentes em alturas distintas na toma de cada caixa. Quando tomada de forma correcta, a pílula tem uma acção anticoncepcional excelente (cerca de 99.7% de fiabilidade) mas, como existem diferenças, estas podem manifestar-se nos benefícios e nos efeitos secundários, dependendo da marca.
2. O mito:Mulheres com mais de 35 anos não podem tomar a pílula.
A verdade: Mulheres saudáveis que não fumam podem, na maior parte dos casos, tomar a pílula até chegarem à menopausa. Para além das várias doenças associadas à dependência do tabaco, as fumadoras têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde associados à toma da pílula contraceptiva. Por isso mesmo, é desaconselhada a sua toma em mulheres fumadoras com mais de 35 anos.
3. O mito:A pílula não é um medicamento seguro.
A verdade: A pílula é um dos medicamentos mais estudados e prescritos em todo o mundo, estimando-se que cerca de 100 milhões de mulheres tomam-na diariamente. Como com qualquer medicamento, existem, naturalmente, alguns riscos de saúde relacionados com a pílula, mas os efeitos secundários graves são extremamente raros. Por exemplo, é mais comum ocorrerem coágulos de sangue numa mulher grávida do que numa mulher que toma a pílula. Embora a pílula (ou uma determinada marca) não seja a ideal para todas as mulheres, por norma, é extremamente eficaz e ainda tem alguns benefícios de saúde.
4. O mito:As mulheres que tomam a pílula durante longos períodos devem fazer uma pausa de vez em quando.
A verdade: Hoje em dia não faz qualquer sentido uma mulher fazer uma pausa de um mês ou mais por ano na toma da pílula, até porque isso seria ir contra o objectivo principal da mesma. Fazer a chamada “pausa da pílula” pode aumentar a hipótese de uma gravidez não desejada, mas também pode implicar voltar a sentir os efeitos secundários que normalmente afectam as mulheres nos primeiros meses da toma – sensibilidade nos seios, dores de cabeça, náuseas, hemorragias – quando retomar a velha rotina.
5. O mito: A pílula causa infertilidade.
A verdade: Independentemente do período de tempo durante o qual uma mulher já toma a pílula contraceptiva, não existe qualquer ligação entre o medicamente e a infertilidade. A fertilidade surge quase imediatamente após a cessação da toma da pílula.
6. O mito: A pílula protege contra doenças sexualmente transmissíveis, por isso, se a toma não há necessidade de usar preservativo.
A verdade: A pílula não oferece qualquer protecção contra a contracção de VIH/SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível (DST). Nestes casos, a única forma de prevenir é utilizar sempre um preservativo, independentemente da toma da pílula ou não.
7. O mito: A pílula faz engordar.
A verdade: Este é um dos mitos mais comuns em torno da pílula contraceptiva. Estudos científicos já provaram que não existe nenhuma ligação entre a pílula e o aumento de peso. Porém, o estrogénio presente neste medicamento pode contribuir para que muitas mulheres se sintam “inchadas”, no entanto, este é um sintoma que acaba por desaparecer com o tempo. Como muitas mulheres iniciam a toma da pílula ainda muito novas, esta acaba por coincidir com as fases de desenvolvimento do corpo feminino, onde as flutuações de peso são comuns.
8. O mito: A pílula causa cancro.
A verdade: Apesar da relação entre a pílula e o cancro ainda estar a ser alvo de profunda investigação, já existem algumas possíveis conclusões acerca desta questão. Estudos efectuados dizem que a pílula contribui para a diminuição de risco de alguns tipos de cancro, nomeadamente o cancro dos ovários e o endométrio (50%) e, na maior parte dos casos, esta protecção mantém-se mesmo quando a toma da pílula é cessada. Por outro lado, a toma da pílula pode estar associada ao aumento de risco de cancro da mama, mas esta é uma questão ambígua: as mulheres que não têm filhos ou que os têm tarde, têm um maior risco de sofrer de cancro da mama e, por este motivo, é difícil determinar se a hipótese de contrair a doença está relacionada com a pílula ou com a maternidade tardia. O efeito da pílula contraceptiva no risco de cancro cervical ainda é desconhecido.
Fonte: Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade | Planeamento Familiar
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Dor na 1.ª vez
PERGUNTA:
É verdade que na primeira vez que uma rapariga tem relações sexuais pode sentir dor? Que fazer para preveni-lo ou "suavizá-lo"?
RESPOSTA
Doer na primeira vez depende do relaxamento que se tem no momento e daquilo que se espera. Nota que é mais fácil "doer" muito se a pessoa estiver à espera que doa muito...
Se não se estiver com dúvidas, com medos e, por isso, tensa, não deve haver dor, nem dessa vez nem das seguintes. A dor não é normal.
Claro que pode haver alguma dor no momento da penetração, mas não durante todo o acto.
Ele foi carinhoso? Acarinhou, acariciou, preocupou-se com os preliminares?
Na tua primeira vez, garante que queres mesmo fazer isso e que o ambiente está bem - não há medos. Há carinho, há respeito.
Preocupa-te sim se doer sempre que tiveres relações.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Depilação
PERGUNTA:
Olá. Eu gostava de saber se as raparigas na sua primeira vez ou mesmo quando fazem amor das outras vezes costumam fazer depilação dos pêlos púbicos? É que se não fazem os namorados ou companheiros não sentem nojo delas ou as acham peludas?! Gostava que me tirassem esta dúvida porque se um dia quiser iniciar a minha vida sexual não sei o que vou fazer porque sou um bocado peluda em relação a isso mas também não gosto de depilação!!! Espero que me possam ajudar... Obrigada.
RESPOSTA:
Na tradição japonesa, os pêlos púbicos são tabu. Na nossa sociedade são normais.
São as mesmas modas que "decidem" que os homens se depilem (au!) que podem levar-te a ti e às tuas amigas a depilarem (au, au, au!) a zona púbica...
Não temos qualquer informação que nos garanta que os rapazes acham isso nojento... Será moda nova? Se houver boa higiene não há razão para depilar nada - a não ser as virilhas, mas isso já o é há muito tempo.
Pode ser comparado a um homem com barba (desculpa-nos a comparação) - se estiver de cara lavada, barba aparada e limpinho, tudo bem.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Conquistar uma rapariga
Como conquistar uma rapariga com 12 anos?
RESPOSTA
A resposta à tua perguntas não tem a ver com a idade dela. Está em observares as miúdas à tua volta, em especial a que te interessa: vê o que elas fazem, que música ouvem, que filmes vêem, onde gostam de ir, de quem falam e de que falam...
De resto, as raparigas de qualquer idade gostam de rapazes meiguinhos, nada brutos, que as respeitem, que tenham humor, que lhes liguem e que sejam maduros (nada de coisas de "putos"), percebes? Quando um rapaz gosta mesmo de uma rapariga, liga-lhe e gosta realmente de estar com ela.
Truques? Fala com elas (as raparigas adoram falar de tudo e de nada - as vezes são bem chatas) e ouve-as. Pronto!
Para que ela se possa interessar por ti, ela tem de reparar em ti, ver que tu existes (e não é fazendo o pino à frente dela...). Dá-lhe os bons dias, pergunta-lhe as horas ou outra coisa qualquer. Pede-lhe uma informação, etc. Usa a imaginação! Depois de ela reparar em ti e falarem os dois, arranja modo de prolongar o contacto / a conversa (ou mais conversas). Descobre algo de interesse comum (não é fácil) ou convida-a para algo de simples, ou... Agora é contigo.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Como é que eu sei que ela gosta de mim?
PERGUNTA:
Olá. Queria que me esclarecessem uma dúvida. Como é que eu sei que uma rapariga gosta de mim? Por favor enviem-me a resposta o mais rápido possível.
RESPOSTA:
Olá, Francisco!
Como é que podemos explicar uma coisa que só cada pessoa pode sentir? Há muitos indicadores: uma atenção, um olhar, um sinal, um sorriso, um convite... Isto acontecendo bastantes mais vezes, sem ser a gozar, com respeito. Se gostares dela, retribuirás.
E como ter a certeza?
A falar é que a gente se entende. Há-de haver um momento em que se fala e aí podem esclarecer-se as coisas.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Começar a tomar a pílula
PERGUNTA:
Esta semana fui a uma consulta de Ginecologia e a médica receitou-me uma pílula que melhora o acne e regula o período... Essa pílula também resulta como contraceptivo? É que já pensei em começar a minha vida sexual... É preciso deixar de a tomar para começar a ter relações sexuais? A Dr.ª disse qualquer coisa sobre esta pilula e a vida sexual... Algo que eu não entendi bem. Gostaria de ver estas minhas "dúvidas" esclarecidas. Obrigada pela atenção...
RESPOSTA:
Sim, se a ginecologista te receitou a pílula, ela também resulta como contraceptivo, mas nada de te pores a fazer sexo só porque sim. As relações sexuais devem ser fruto de uma relação afectiva, e não sexo que se faz só para a "aproveitar".
Se deixares de tomar a pílula para teres relações sexuais, o mais certo é acabares grávida! A pílula deve ser tomada tal e qual como o médico mandou: tanto para a acne, como para regularizar o período, como para impedir a gravidez.
Notas:
(1) A pílula não impede que se apanhem doenças sexualmente transmissíveis! Para isso, só o preservativo.
(2) Se quiseres perceber bem como funciona a pílula, lê a bula (o papelinho) que ela traz.
Mais dúvidas, escreve!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Comichões e seios assimétricos
PERGUNTA:
Olá! Tenho duas perguntas e gostaria que fossem esclarecidas, por favor! Ouvi dizer que quando uma rapariga/mulher sente muita comichão no peito é indício de uma doença - é verdade? É que é o meu caso; também gostaria de saber se é normal uma rapariga de 15 anos ter um seio maior que o outro? Por favor respondam e obrigado.
RESPOSTA:
A comichão no peito não é muito comum, e devias pôr essa dúvida ao médico.
Os seios terem tamanhos diferentes, é comum, sobretudo durante a adolescência, mas não com tamanhos muito diferentes. Aproveita, vai ao médico e fala-lhe nisso.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Beijar bem: treinar ajuda?
PERGUNTA:
Eu já tive muitas oportunidades de beijar um rapaz, mas nunca o cheguei a fazer. Sinceramente, quando chega mesmo à altura, fico com medo e com receio de não o fazer como deve de ser. Como é que se dá um linguado??? Como posso dar o meu primeiro beijo de forma a que o impressione e não se note que é o meu primeiro beijo??? Como posso ser eu, por exemplo no meio de uma conversa, a tomar a iniciativa de beijar???
Obrigada desde já!
RESPOSTA:
Cada pessoa beijará de sua forma, como sente, como acha que é. Tu farás o mesmo. É ao beijar que vais aprender. É só por esse processo que vais mesmo aprender... Sentindo, imitando, experimentando...
Claro que podes treinar nas costas da mão, mas acredita que não é o mesmo.
Coragem, ok?
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Cálcio a menos
PERGUNTA:
Ouvi um médico dizer, no outro dia, na televisão, que os adolescentes têm falta de cálcio. É verdade?
RESPOSTA:
Não sei se foi exactamente assim que as coisas foram ditas, mas é verdade que muitos adolescentes ingerem menos cálcio do que precisam.
O cálcio é essencial nesta fase de crescimento, porque, como facilmente compreenderás, quando crescemos o que cresce são os nossos ossos. E como são feitos com muito cálcio, nesta fase de grande crescimento em altura é necessário muito cálcio. Infelizmente, como alguns adolescentes trocam o leite e derivados lacticínios por refrigerantese/ou fast-food acabam por não ingerir cálcio em quantidade suficiente. Um estudo feito nos Estados Unidos mostrou que só um terço dos rapazes e um sexto das raparigas ingere o cálcio de que precisa. Assim, é essencial beber leite, comer lacticínios, apanhar luz do sol (que ajuda a metabolizar o cálcio) e, se necessário, tomar um suplemento de cálcio.
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