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quarta-feira, 11 de novembro de 2015
sábado, 25 de janeiro de 2014
domingo, 23 de dezembro de 2012
Chás e a Gravidez
Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebé; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.
Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.
Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebé, mas raramente provocam o aborto. Por isso, são um risco para a gestante.
O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar à morte da mãe.
Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebé.
De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.
Chás que podem ser utilizados na gravidez
Chá de erva doce;
Chá de erva cidreira;
Chá de alfazema.
Chás que não devem ser utilizados na gravidez
Chá mate;
Chá de cravo-da-índia;
Chá de canela;
Chá preto;
Chá branco;
Chá verde.
Fonte: Chás e a Gravidez | Planeamento Familiar
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Carta dos Direitos Sexuais e Reprodutivos
Nem todas as pessoas sabem, mas existe uma Carta de Direitos Sexuais e Reprodutivos que tem como objectivo a promoção e protecção dos direitos e liberdades sexuais e reprodutivas em todos os sistemas políticos, económicos e culturais. Essa carta, da autoria da IPPF – Federação Internacional para o Planeamento da Família – contempla o seguinte:
1 – DIREITO À VIDA
Nenhuma mulher deve ter a vida em risco por razões de gravidez.
Nenhuma pessoa deve ter a vida em risco por falta de acesso aos serviços de saúde e/ou informação, aconselhamento ou serviços relacionados com a saúde sexual e reprodutiva.
2 – DIREITO À LIBERDADE E SEGURANÇA DA PESSOA
Todas as pessoas têm o direito de poder desfrutar e controlar a sua vida sexual e reprodutiva, no respeito pelos direitos dos outros.
Todas as pessoas têm o direito de não estarem sujeitas a assédio sexual.
Todas as pessoas têm o direito de estar livres do medo, vergonha, culpa, falsas crenças ou mitos e outros factores psicológicos que inibam ou prejudiquem o seu relacionamento sexual ou resposta sexual.
3 – O DIREITO À IGUALDADE E O DIREITO A ESTAR LIVRE DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO
Ninguém deve ser discriminado, no âmbito da sua vida sexual e reprodutiva, no acesso aos cuidados e/ou serviços.
Todas as pessoas têm o direito à igualdade no acesso à educação e informação de forma a preservar a sua saúde e bem-estar, incluindo o acesso à informação, aconselhamento e serviços relativos à sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos.
Nenhuma pessoa deve ser discriminada no seu acesso à informação, cuidados de saúde, ou serviços relacionados com as suas necessidades de saúde e direitos sexuais e reprodutivos ao longo da sua vida, por razões de idade, orientação sexual, “deficiência” física ou mental.
4 – O DIREITO À PRIVACIDADE
Todos os serviços de saúde sexual e reprodutivos, incluindo a informação e o aconselhamento, deverão ser prestados com privacidade e a garantia de que as informações pessoais permanecerão confidenciais.
Todas as mulheres têm o direito de efectuar escolhas autónomas em matéria de reprodução, incluindo as opções relacionadas com o aborto seguro.
Todas as pessoas têm o direito de exprimir a sua orientação sexual a fim de poder desfrutar de uma vida sexual segura e satisfatória, respeitando contudo o bem-estar e os direitos dos outros, sem receio de perseguição, perda da liberdade ou interferência de ordem social.
Todos os serviços de cuidados em saúde sexual e reprodutiva incluindo os serviços de informação e aconselhamento devem estar disponíveis para todas as pessoas e casais, em particular os mais jovens, numa base de respeito aos seus direitos de privacidade e confidencialidade.
5 – O DIREITO À LIBERDADE DE PENSAMENTO
Todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento e de expressão relativa à sua vida sexual e reprodutiva.
Todas as pessoas têm o direito à protecção contra quaisquer restrições por motivos de pensamento, consciência e religião, no seu acesso à educação e informação relativas à sua saúde sexual e reprodutiva.
Os profissionais de saúde têm o direito de invocar objecção de consciência na prestação de serviços de contracepção e aborto e o dever de encaminhar os utentes para outros profissionais de saúde dispostos a prestar o serviço solicitado de imediato. Este direito não é contemplado em casos de emergência, quando esteja em risco a vida de uma pessoa.
Todas as pessoas têm o direito de estar livres de interpretações restritas de textos religiosos, crenças, filosofias ou costumes, como forma de delimitar a liberdade de pensamento em matérias de cuidados de saúde sexual e reprodutivos.
6 – O DIREITO À INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO
Todas as pessoas têm o direito de receber uma educação e informação suficientes de forma a assegurar que quaisquer decisões que tomem, relacionadas com a sua vida sexual e reprodutiva, sejam exercidas com o seu consentimento pleno, livre e informado.
Todas as pessoas têm o direito de receber informações completas quanto às vantagens, eficácia e riscos associados a todos os métodos de regulação e fertilidade e de prevenção.
7 – O DIREITO DE ESCOLHER CASAR OU NÃO E DE CONSTITUIR E PLANEAR FAMÍLIA
Todas as pessoas têm o direito de acesso aos cuidados de saúde reprodutiva, incluindo casos de infertilidade, ou quando a fertilidade esteja comprometida devido a doenças transmitidas sexualmente.
8 – O DIREITO DE DECIDIR TER OU NÃO FILHOS E QUANDO OS TER
Todas as pessoas têm o direito ao acesso à gama mais ampla possível de métodos seguros, eficazes e aceitáveis de contracepção.
Todas as pessoas têm o direito à liberdade de escolher e utilizar um método de protecção contra a gravidez não desejada, que seja seguro e aceitável.
9 – O DIREITO AOS CUIDADOS
Todas as pessoas têm o direito a usufruir de cuidados de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o direito:
Informação dobre os benefícios e riscos dos métodos contraceptivos
Acesso à maior variedade possível de serviços
Opção para decidir utilizar ou não serviços e para escolher o método contraceptivo a usar
Segurança relativa aos métodos e serviços ao seu dispor
Privacidade na informação e serviços prestados
Confidencialidade relativa a informações pessoais
Dignidade no acesso e na prestação dos cuidados em saúde sexual e reprodutiva
Confiança e comodidade relativa à qualidade dos serviços oferecidos
Continuidade que garanta a disponibilidade futura dos serviços
Opinião sobre o serviço oferecido
10 – O DIREITO AOS BENEFÍCIOS DO PROGRESSO CIENTÍFICO
Todas as pessoas utentes dos serviços de saúde sexual e reprodutiva têm o direito ao acesso a todas as novas tecnologias reprodutivas seguras e reconhecidas.
11 – O DIREITO À LIBERDADE DE REUNIÃO E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA
Todas as pessoas têm o direito de influenciar os governos para que a saúde e os direitos em matéria de sexualidade e reprodução sejam uma prioridade dos mesmos.
12 – O DIREITO A NÃO SER SUBMETIDO NEM A TORTURA, NEM A TRATAMENTO DESUMANO OU DEGRADANTE
Todas as crianças têm o direito a protecção contra todas as formas de exploração e, especialmente, da exploração sexual, da prostituição infantil e todas as formas de abuso, violência e assédio sexuais.
Fonte: Carta dos Direitos Sexuais e Reprodutivos | Planeamento Familiar
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
A Sexualidade nos Adolescentes
O instinto sexual é algo que, desde os insectos ao ser humano, aparece de uma maneira extremamente forte, levando a certos comportamentos e gastando energias que só se justificam biologicamente porque tornam possível algo fundamental à vida: a propagação da espécie.
Mas, se nas espécies inferiores como os insectos, répteis ou peixes, esse instinto se inicia e acaba com o acto sexual em si, à medida que se caminha para as espécies superiores, começa a ver-se que muitas vezes o instinto também serve para criar laços ou relações mais ou menos fortes entre os parceiros sexuais. Normalmente, o objectivo é que ambos os progenitores ajudem na criação dos filhos, que é tanto mais complexa, demorada e exigente de cuidados quanto mais evoluída é a espécie.
Hoje em dia, sobretudo graças às técnicas de contracepção e também de concepção ou reprodução assistida, altamente eficazes aparecidas nos últimos 50 anos, sexo e reprodução já não andam necessariamente juntos. Convém ter presente as ideias acima expostas para podermos compreender melhor a nossa sexualidade.
Frequentemente ela é apenas sentida como uma necessidade básica de satisfazer um impulso fisiológico, ou seja, do nosso corpo.
Este impulso pode ser satisfeito, por exemplo, através da masturbação ou através de um(a) parceiro(a) casual ou pago(a) para o efeito. Mas na maioria das vezes esse “sexo pelo sexo” não é de modo algum completamente satisfatório em termos psicológicos e afectivos, ou seja, dos nossos sentimentos. Isso acontece porque, como somos seres humanos, para realizarmos ou vivermos completamente a nossa sexualidade, existe sempre a necessidade de criarmos laços ou relações afectivas e de cumplicidade com a pessoa que escolhemos como companheiro(a).
O relacionamento sexual tem assim, na nossa espécie, além da função reprodutiva, dois papéis importantíssimos: a satisfação de um instinto básico, tal como existe nos outros animais, e sobretudo, a criação de laços fortes entre duas pessoas que buscam o prazer mútuo e uma vida em comum.
Fonte: A Sexualidade nos Adolescentes | Planeamento Familiar
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade
Um dos medicamentos mais conhecidos e receitados em todo o mundo, a pílula contraceptiva faz parte do dia-a-dia de mais 100 milhões de mulheres. No entanto, desde o seu lançamento em 1960 que a pílula tem estado envolta em dúvidas e certezas, mitos e factos. Será que o mais conhecido ainda continua a ser o mais temido? Procure as respostas para as suas dúvidas.
1. O mito:As pílulas são todas iguais.
A verdade: Existe uma enorme variedade de pílulas contraceptivas no mercado e nem todas são iguais. As mais comuns são as pílulas que contêm estrogénio e progestina, no entanto, existe outro tipo de pílula que apenas contém progestina. As diferentes marcas dos contraceptivos orais podem conter doses diferentes destas hormonas ou então libertar doses diferentes em alturas distintas na toma de cada caixa. Quando tomada de forma correcta, a pílula tem uma acção anticoncepcional excelente (cerca de 99.7% de fiabilidade) mas, como existem diferenças, estas podem manifestar-se nos benefícios e nos efeitos secundários, dependendo da marca.
2. O mito:Mulheres com mais de 35 anos não podem tomar a pílula.
A verdade: Mulheres saudáveis que não fumam podem, na maior parte dos casos, tomar a pílula até chegarem à menopausa. Para além das várias doenças associadas à dependência do tabaco, as fumadoras têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde associados à toma da pílula contraceptiva. Por isso mesmo, é desaconselhada a sua toma em mulheres fumadoras com mais de 35 anos.
3. O mito:A pílula não é um medicamento seguro.
A verdade: A pílula é um dos medicamentos mais estudados e prescritos em todo o mundo, estimando-se que cerca de 100 milhões de mulheres tomam-na diariamente. Como com qualquer medicamento, existem, naturalmente, alguns riscos de saúde relacionados com a pílula, mas os efeitos secundários graves são extremamente raros. Por exemplo, é mais comum ocorrerem coágulos de sangue numa mulher grávida do que numa mulher que toma a pílula. Embora a pílula (ou uma determinada marca) não seja a ideal para todas as mulheres, por norma, é extremamente eficaz e ainda tem alguns benefícios de saúde.
4. O mito:As mulheres que tomam a pílula durante longos períodos devem fazer uma pausa de vez em quando.
A verdade: Hoje em dia não faz qualquer sentido uma mulher fazer uma pausa de um mês ou mais por ano na toma da pílula, até porque isso seria ir contra o objectivo principal da mesma. Fazer a chamada “pausa da pílula” pode aumentar a hipótese de uma gravidez não desejada, mas também pode implicar voltar a sentir os efeitos secundários que normalmente afectam as mulheres nos primeiros meses da toma – sensibilidade nos seios, dores de cabeça, náuseas, hemorragias – quando retomar a velha rotina.
5. O mito: A pílula causa infertilidade.
A verdade: Independentemente do período de tempo durante o qual uma mulher já toma a pílula contraceptiva, não existe qualquer ligação entre o medicamente e a infertilidade. A fertilidade surge quase imediatamente após a cessação da toma da pílula.
6. O mito: A pílula protege contra doenças sexualmente transmissíveis, por isso, se a toma não há necessidade de usar preservativo.
A verdade: A pílula não oferece qualquer protecção contra a contracção de VIH/SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível (DST). Nestes casos, a única forma de prevenir é utilizar sempre um preservativo, independentemente da toma da pílula ou não.
7. O mito: A pílula faz engordar.
A verdade: Este é um dos mitos mais comuns em torno da pílula contraceptiva. Estudos científicos já provaram que não existe nenhuma ligação entre a pílula e o aumento de peso. Porém, o estrogénio presente neste medicamento pode contribuir para que muitas mulheres se sintam “inchadas”, no entanto, este é um sintoma que acaba por desaparecer com o tempo. Como muitas mulheres iniciam a toma da pílula ainda muito novas, esta acaba por coincidir com as fases de desenvolvimento do corpo feminino, onde as flutuações de peso são comuns.
8. O mito: A pílula causa cancro.
A verdade: Apesar da relação entre a pílula e o cancro ainda estar a ser alvo de profunda investigação, já existem algumas possíveis conclusões acerca desta questão. Estudos efectuados dizem que a pílula contribui para a diminuição de risco de alguns tipos de cancro, nomeadamente o cancro dos ovários e o endométrio (50%) e, na maior parte dos casos, esta protecção mantém-se mesmo quando a toma da pílula é cessada. Por outro lado, a toma da pílula pode estar associada ao aumento de risco de cancro da mama, mas esta é uma questão ambígua: as mulheres que não têm filhos ou que os têm tarde, têm um maior risco de sofrer de cancro da mama e, por este motivo, é difícil determinar se a hipótese de contrair a doença está relacionada com a pílula ou com a maternidade tardia. O efeito da pílula contraceptiva no risco de cancro cervical ainda é desconhecido.
Fonte: Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade | Planeamento Familiar
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Leite materno
PERGUNTA:
Olá. Eu gostava de saber quando se amamenta um bébé, para o leite da mama ser saudável, o que devemos comer e não comer? Adeus! Um abraço.
RESPOSTA:
A mãe, quando amamenta, deve comer de tudo normalmente, como faria se não estivesse a amamentar.
No entanto, são de evitar alimentos de sabor forte como, por exemplo a cebola (crua), porque esses sabores mais fortes "passam" para o leite...
De resto, o corpo da mãe vai "transformar" o que faz falta ao bebé, o que é melhor para ele e o que lhe é preciso em leite.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ida ao(à) ginecologista
PERGUNTA:
Quando vou à ginecologista, o que é que ela me faz?
RESPOSTA:
Basicamente, a ginecologista (ou o ginecologista) vai fazer-te algumas perguntas (às quais deves responder sinceramente) e vai observar-te o corpo: observa (com palpação) os teus seios e, se já não fores virgem, observa a tua vagina com um aparelho especial, mas NÃO DÓI. É só mesmo para ver lá dentro.
Se ainda fores virgem, observa-te também, mas sem lá "mexer"... Ou seja, uma ida ao ginecologista não provoca a perda da virgindade; contribui, isso sim, para que a saúde da mulher seja protegida no seu todo.
domingo, 15 de janeiro de 2012
Homossexualidade
PERGUNTA
Devo contar que sou homossexual?
RESPOSTA
Antes de tudo, é muito importante que tenhas a certeza absoluta da tua homossexualidade antes de "sair do armário". Se ainda te debates com sentimentos de culpa e atravessas períodos de depressão, deves esperar antes de assumir a tua homossexualidade perante alguém.
Antes de tomares essa atitude, recomendamos que contes com um(a) amigo(a) e/ou namorado(a) que te possa apoiar se a conversa com os teus pais (por exemplo) não correr bem (pelo menos nos primeiros tempos) e decidires sair de casa.
Sugerimos ainda que estejas atento(a) ao estado emocional das pessoas com as quais irás comunicar: pessoas que lutam com os seus próprios problemas estarão menos disponíveis para apoiar outras. Se assim for, espera um pouco. Nesta ocasião (como em muitas outras) a paciência é uma qualidade preciosa e que será também necessária, em largas doses, após teres falado sobre a tua opção sexual às pessoas que te rodeiam... A verdade é que a maior parte das pessoas leva algum tempo (por vezes, anos) a assimilar e/ou aceitar o facto.
Procura obter informação rigorosa sobre o significado e implicações da homossexualidade. Quem está bem informado está preparado para informar e para esclarecer ideias feitas que, muitas vezes, não são cem por cento verdadeiras.
Acima de tudo, pensa que ser homossexual é algo que faz parte da pessoa que és, logo, assumir aquilo que realmente somos não é (nem nunca foi) um pecado.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Gravidez: os testes são fiáveis?
Pergunta:
É o seguinte... eu e a minha companheira tivemos relações, no entanto estamos com dúvidas, se ela estará grávida ou não! Ela fez o teste de gravidez e o resultado foi negativo para nossa felicidade; no entanto estou preocupado se realmente ela está ou não grávida... o teste de gravidez com base na urina é fiável? É essa a minha questão.
Resposta:
Sim, os testes de gravidez pela urina são fiáveis. Tem a ver com o aumento de níveis de estrogénio (uma hormona) que também se detectam na urina.
Normalmente confirmam-se os testes (se derem positivo) com testes sanguíneos. Se leres com atenção a literatura que acompanha a própria embalagem do teste verificarás que esta esclarece já parte das dúvidas.
Já agora, não corram mais riscos. Usem o preservativo ou ela (se a vossa relação é estável e não têm doenças sexualmente transmissíveis) pode tomar a pílula... Tenham cuidado, porque são decisões difíceis...
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Gravidez e masturbação com objectos
PERGUNTA:
Masturbo-me com frequência com objectos de casa de banho (champôs, escovas...), mas partilho a casa de banho com outras pessoas (homens e mulheres) e, certas vezes, após um homem tomar duche, tomo eu e masturbo-me. Será que é possivel eu estar grávida se estiverem restos de esperma nos objectos com que me masturbo? Eu lavo-os sempre. Nunca há penetração. Pergunto isto porque tenho sentido enjoos e a barriga parece inchada. Por favor ajudem, tenho apenas 14 anos!
RESPOSTA:
Tal como já tivémos oportunidade de dizer anteriormente, para que um espermatozóide chegue ao útero, tem de percorrer um longo percurso. Os espermatozóides que possam ainda estar nos objectos que mencionas, além de estarem mais mortos que vivos, provavelmente já não têm energia para atingir o seu objectivo.
Se lavas tão bem os objectos com que te masturbas (o que é bom, não especificamente por causa do esperma mas porque poderas contrair uma infecção urinária, por exemplo), é pouco provável que fiquem restos de esperma. E se não há penetração (e não há pénis) tu ficares grávida é praticamente impossível.
O teu mal-estar pode ter a ver com o período. Sugerimos que consultes a(o) teu(ua) ginecologista.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Gravidez
PERGUNTA:
Em que fase é menos provável uma rapariga engravidar?
RESPOSTA:
Quanto à pergunta colocada, vamos um pouco mais longe, pelo que agradecemos que leias a informação que a seguir fornecemos.
Uma mulher pode ficar grávida na primeira vezque tem relações sexuais? SIM. Se a mulher estiver no seu período fértil, pode sempre engravidar, seja qual for o número de vezes que já tenha tido (ou não) relações sexuais.
Uma mulher pode ficar grávida sem nunca ter sido penetrada? SIM. Se o rapaz ejacular perto da vulva, há a possibilidade do sémen se introduzir na vagina. E, nesse caso, há também a possibilidade da rapariga ficar grávida e ser virgem simultaneamente.
Quanto tempo sobrevivem os espermatozóides dentro do corpo da mulher? Resumindo: mantêm a sua mobilidade por três dias.
É verdade que o coito interrompido NÃO é um método eficaz para evitar uma gravidez? Sim. Quando o pénis fica erecto, começa a lançar pequenas quantidades de um líquido lubrificante que pode conter espermatozóides. Por isso, mesmo que o rapaz ejacule fora da vagina, a rapariga pode engravidar se estiver no seu período fértil. Há que tomar precauções.
Qual é o período fértil da mulher?
É aquele em que o óvulo está maduro e aguarda o espermatozóide para o fecundar. O período fértil da mulher pode alterar-se com a interferência da temperatura, de doenças e do estado emocional, portanto, não deve ser usado isoladamente como método contraceptivo pois o RISCO DE ENGRAVIDAR É MUITO ELEVADO.
Portanto:
Se estás a pensar em ter relações evitando o preservativo e de forma a que não haja gravidez, NÃO ARRISQUES! Ao menos garante que ela toma pílula ou tem outro método anticonceptivo. Não ponhas o futuro de três pessoas em causa, sobretudo quando uma das pessoas em causa não teve poder de decidir.
sábado, 7 de janeiro de 2012
Gosto/Não gosto/Talvez goste
PERGUNTA:
Eu gosto muito de 1 rapaz ou melhor amo. Já namorámos só que ele acabou comigo. Nas férias ele mandou-me 1 mensagem a dizer que me amava, e eu disse-lhe que tinha de me dar 1 prova e ele perguntou se era fazer amor eu disse que talvez, e no dia seguinte perguntei-lhe se era verdade o que ele tinha dito, e ele disse que ?tava bêbado. E eu perguntei se ele tb estava bebado quando me disse que gostava de mim e ele disse que ja não gostava.
No início das aulas ele e eu curtimos mas eu andava no Desporto Escolar e foi aos nacionais e acabamos quando vim. Soube que ele gostava de 1 rapariga parecida comigo, e pediu-me ajuda ela tinha me dito que não gostava dele e eu disse-lhe que ela não gostava dele mas mesmo assim eles namoraram durante dois, e acabaram. E ele disse que já não gostava dela e nesse dia curtiu comigo, mas no dia seguinte começou a curtir com ela. No último dias de aulas ele despediu-se dela com 1 bate-chapas E de mim com 1 linguado. Há alguma diferença? O que hei-de fazer? Gosto mesmo muito dele.... Respondam muito rápido por favor; é muito importante....
RESPOSTA:
Nós sentimos que aí nas tuas relações há ainda muita "verdura" e muita confusão...
Vocês ainda não sabem se gostam mesmo ou não, se só querem curtir ou não, se querem qualquer coisa de mais sério...
Enquanto estiveres na fase de "gosto/não gosto/ não sei se gosto/ será que ele gosta?" dificilmente te vais encontrar. A solução é falares claro do que queres e sentes com ele (se ele tiver maturidade suficiente para isso...) e de dares tempo para as pessoas (e tu) se definirem.
Repara que uma relação só dá certo se os dois gostarem mesmo um do outro.
Se fores só tu a gostar a sério dele, isso não vai dar em nada e tu acabas magoada quase de certeza...
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Fraquinho pelo professor
PERGUNTA:
É normal que por volta dos 13, 14 anos se tenha uma paixão (ou não se sabe bem o que se sente), em relação a um stor de natação (25 anos)??? é o que esta a acontecer comigo... ando muito preocupada, não sei o que fazer para o esquecer...
RESPOSTA: Essas paixões fazem parte do crescimento e são normais. Só não deves deixar que se transformem em obsessão.
Esse professor (como verás mais tarde se estudares um bocado de Psicologia) simboliza várias coisas que se consideram importantes e positivas: maturidade, aspecto físico, segurança, e mais umas coisas...
Admira-o, se quiseres, como se admira um artista ou um jogador que se gosta de ver jogar, mas impede-te de "avançar" mais. Afectivamente não resulta e só dá para te magoares com o assunto.
E acredita que com o tempo, passa.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Estarei grávida?
PERGUNTA:
Tive relações com o meu namorado em junho e usámos preservativo. O período apareceu certo nesse mês e no de Julho, mas no mês de Agosto não apareceu e não apareceu até agora. Posso estar grávida?
RESPOSTA:
Se desde que te veio pela última vez o período (em Julho) NÃO tiveste mais relações, NÃO podes estar grávida e talvez seja apenas um atraso.
Se tiveste relações (não protegidas) desde a última vez que te veio o periodo, PODES estar grávida. Cada vez que vier o período significa que o óvulo não foi fecundado (não estás grávida), mas todos os meses, após esse momento, se tiveres relações não protegidas voltas a poder engravidar.
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