segunda-feira, 25 de junho de 2012

Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade

Um dos medicamentos mais conhecidos e receitados em todo o mundo, a pílula contraceptiva faz parte do dia-a-dia de mais 100 milhões de mulheres. No entanto, desde o seu lançamento em 1960 que a pílula tem estado envolta em dúvidas e certezas, mitos e factos. Será que o mais conhecido ainda continua a ser o mais temido? Procure as respostas para as suas dúvidas. 


1. O mito:As pílulas são todas iguais. 
A verdade: Existe uma enorme variedade de pílulas contraceptivas no mercado e nem todas são iguais. As mais comuns são as pílulas que contêm estrogénio e progestina, no entanto, existe outro tipo de pílula que apenas contém progestina. As diferentes marcas dos contraceptivos orais podem conter doses diferentes destas hormonas ou então libertar doses diferentes em alturas distintas na toma de cada caixa. Quando tomada de forma correcta, a pílula tem uma acção anticoncepcional excelente (cerca de 99.7% de fiabilidade) mas, como existem diferenças, estas podem manifestar-se nos benefícios e nos efeitos secundários, dependendo da marca. 

2. O mito:Mulheres com mais de 35 anos não podem tomar a pílula. 
A verdade: Mulheres saudáveis que não fumam podem, na maior parte dos casos, tomar a pílula até chegarem à menopausa. Para além das várias doenças associadas à dependência do tabaco, as fumadoras têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde associados à toma da pílula contraceptiva. Por isso mesmo, é desaconselhada a sua toma em mulheres fumadoras com mais de 35 anos. 

3. O mito:A pílula não é um medicamento seguro. 
A verdade: A pílula é um dos medicamentos mais estudados e prescritos em todo o mundo, estimando-se que cerca de 100 milhões de mulheres tomam-na diariamente. Como com qualquer medicamento, existem, naturalmente, alguns riscos de saúde relacionados com a pílula, mas os efeitos secundários graves são extremamente raros. Por exemplo, é mais comum ocorrerem coágulos de sangue numa mulher grávida do que numa mulher que toma a pílula. Embora a pílula (ou uma determinada marca) não seja a ideal para todas as mulheres, por norma, é extremamente eficaz e ainda tem alguns benefícios de saúde. 

4. O mito:As mulheres que tomam a pílula durante longos períodos devem fazer uma pausa de vez em quando. 
A verdade: Hoje em dia não faz qualquer sentido uma mulher fazer uma pausa de um mês ou mais por ano na toma da pílula, até porque isso seria ir contra o objectivo principal da mesma. Fazer a chamada “pausa da pílula” pode aumentar a hipótese de uma gravidez não desejada, mas também pode implicar voltar a sentir os efeitos secundários que normalmente afectam as mulheres nos primeiros meses da toma – sensibilidade nos seios, dores de cabeça, náuseas, hemorragias – quando retomar a velha rotina. 

5. O mito: A pílula causa infertilidade. 
A verdade: Independentemente do período de tempo durante o qual uma mulher já toma a pílula contraceptiva, não existe qualquer ligação entre o medicamente e a infertilidade. A fertilidade surge quase imediatamente após a cessação da toma da pílula.

6. O mito: A pílula protege contra doenças sexualmente transmissíveis, por isso, se a toma não há necessidade de usar preservativo. 
A verdade: A pílula não oferece qualquer protecção contra a contracção de VIH/SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível (DST). Nestes casos, a única forma de prevenir é utilizar sempre um preservativo, independentemente da toma da pílula ou não. 

7. O mito: A pílula faz engordar. 
A verdade: Este é um dos mitos mais comuns em torno da pílula contraceptiva. Estudos científicos já provaram que não existe nenhuma ligação entre a pílula e o aumento de peso. Porém, o estrogénio presente neste medicamento pode contribuir para que muitas mulheres se sintam “inchadas”, no entanto, este é um sintoma que acaba por desaparecer com o tempo. Como muitas mulheres iniciam a toma da pílula ainda muito novas, esta acaba por coincidir com as fases de desenvolvimento do corpo feminino, onde as flutuações de peso são comuns. 

8. O mito: A pílula causa cancro. 
A verdade: Apesar da relação entre a pílula e o cancro ainda estar a ser alvo de profunda investigação, já existem algumas possíveis conclusões acerca desta questão. Estudos efectuados dizem que a pílula contribui para a diminuição de risco de alguns tipos de cancro, nomeadamente o cancro dos ovários e o endométrio (50%) e, na maior parte dos casos, esta protecção mantém-se mesmo quando a toma da pílula é cessada. Por outro lado, a toma da pílula pode estar associada ao aumento de risco de cancro da mama, mas esta é uma questão ambígua: as mulheres que não têm filhos ou que os têm tarde, têm um maior risco de sofrer de cancro da mama e, por este motivo, é difícil determinar se a hipótese de contrair a doença está relacionada com a pílula ou com a maternidade tardia. O efeito da pílula contraceptiva no risco de cancro cervical ainda é desconhecido. Fonte: Os top 8 mitos sobre a pílula… e a verdade | Planeamento Familiar

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ardor vaginal

Mensagem: 
As vezes, magoa-me quando acabo o acto sexual. Fica-me a arder a vagina. Será que é melhor dar um "descanso" e só quando estiver "boa" continuar a praticar sexo? Ou isso é normal? Ajudem-me! 

Resposta: 
O ardor que referes pode ser alguma inflamação que deveria ser vista por um médico, pois não é normal. Consulta rapidamente um ginecologista, ok?

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Amor de infância

Mensagem 
Olá. Eu tenho uma rapariga de quem sou amigo desde os 6 anos. Aos oito anos tivemos uma experiência um pouco "pó" maluca, ela deixava-me mexer na passarinha dela... Coisas estúpidas de crianças, não sabíamos o que estavámos a fazer. Mas penso que ela pode ter ficado um pouco chateada pois foi toda contente dizer à mãe, e esta disse-lhe que o que nós fazíamos era mau. Entretanto mudámos de escola e não nos vimos desde os 10 até aos 12 anos, quando soube a escola em que ela estava. Falei com ela, estava contente em ver-me mas ao fim de uma semana parecia já estar um pouco incomodada. Mas sabia que ela gostava de ter a minha companhia, mas eu como nao tenho muito jeito para falar com raparigas, sabem, não consigo descontrair, penso muito no que vou dizer e quando dou por mim já são horas de ir embora. Não falava muito com ela, mas ela foi sempre a minha fantasia de namoro. Sempre que passo por ela, vejo um sorriso bastante aberto por parte dela, mas sou um pouco tímido e penso que se falar com ela só vou dizer asneiras, de maneira que agora ficamo-nos apenas pelo cumprimento. Este novo ano escolar, agora com 15 anos, fui à escola dela falar com uns meus amigos e aproveitei para perguntar se sabiam alguma coisa dela, e a resposta foi de que ela estava com um rapaz. Fiquei um pouco decepcionado, pensei que ela também fosse tímida. Eu nunca estive com uma rapariga a não ser com ela (em pequeno). Não consigo tirá-la da cabeça, até já pensei em mudar-me para a escola dela, que por acaso fica dois quarteirões abaixo da minha, de maneira que vou quase todos os dias lá, mas raramente a vejo; vou lá mais para 'tar com os amigos. O ponto a que queria chegar era que gostava de saber se haveria alguma maneira possível de a conseguir conquistar. Penso que ela gosta de mim, mas apenas como amigo, e eu não tenho muito jeito com raparigas. Não sei o que lhe dizer, e além disso estou com muitos ciúmes pois ela tem andado com outro rapaz. Desculpem se o texto foi muito longo mas espero que compreendam. Espero que respondam. Obrigado pela vossa atenção. P.S.- A rapariga é muito bonita, loira, inteligente. 

Resposta 
Se calhar já muita coisa aconteceu desde que nos escreveste, mas se tiveste tempo para aguentar o gostares tanto dela, é natural que esteja tudo ainda mais ou menos parecido. Sabes, há duas coisas que vais ter de resolver contigo próprio... 1 - A primeira é o "gostares dela". Vais ter de destrinçar muito bem se gostas mesmo dela - do género de amar mesmo, ter afecto realmente ou descobrires se (como dizes) ela não é mais do que a tua "fantasia de namoro". Talvez devas olhar em volta e descobrir que há muito mais miúdas e que podes estar só a tentar refugiar-te numa ilusão. Talvez tenhas receio de conhecer outras raparigas ou de olhar para outras como "olhos puros" - terás receio de levar uma tampa, uma nega, de uma desilusão de amor? Será que ela te dá a segurança da amizade da infância? Será que para ela o que fizeram enquanto crianças já está esquecido? Será que ela "cresceu" (como tu) e "está noutra"? Repara que ela te liga pouco. És tu que a procuras... A timidez só te acontece com raparigas? Com os teus amigos não há problemas, certo? Sabes porquê, é uma questão de confiança em ti e de com eles não sentires que estás a correr riscos ou a ser julgado. As raparigas têm realmente uma cabeça diferente, mas gostam de conversar e se tu consegues conversar com eles, também saberás conversar com elas - quando se está bem, os assuntos surgem e o silêncio não incomoda. 2 - Gostas mesmo dela? Já "descascaste" as questões do ponto 1? Se gostas mesmo dela, tens de respeitar o facto de ela gostar de outro... Se ela andar com o outro só "porque sim" (pode acontecer), tens a tua oportunidade, mas tudo isso passará por... Falar! É isso, é a parte mais difícil mas a mais essencial. Terás de falar com ela para esclarecer tudo, para dizer o que sentes (é arriscado, mas é honesto) e para correres o risco de levar a tampa da tua vida... Ou não. Não forces, se ela não gostar de ti nem tu a conseguires fazer mudar, também não ia valer a pena ter uma relação que (por esse motivo) nunca iria dar certo. Se o contrário acontecer... Boa Sorte!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Amizade e amor

Mensagem: 
Já fui muito amiga de um rapaz e ele até já gostou de mim. Só que ultimamente não me fala, porque há uns tempos atrás contei-lhe que gostava dele e como não esperava ouvir um "não" como resposta, andei uns tempos mal. Ele um dia veio pedir-me desculpa mas nunca mais a nossa amizade foi a mesma... Agora estamos de férias e não nos vemos... Já fiz de tudo para deixar de gostar dele mas não consigo. Agora vão começar as aulas e não sei o que fazer. Como poderei conquistá-lo? Que posso fazer para o esquecer? 

Resposta: Lembra-te sobretudo de que deves sempre evitar uma relação de afecto unilateral. Isto é, um gostar, mas não ser "gostado". Nunca dá certo... Se ele não gostar de ti, dói, mas seria uma relação que não funcionaria a médio prazo. Pois ele, por pena, até te poderia dizer que sim, mas...